ESQUISA DE CAMPO
A arte da Renda de Bilros em Raposa
A origem das rendas não é consensual. A teoria mais aceite, formulada por vários estudiosos, é a de que são oriundas do oriente (da China ou da
Índia), tendo chegado a Portugal através da Itália no século XV. A confecção da renda é confeccionada sobre uma almofada (saco de estopa cheio de folhas seca de bananeiras) dura em que é pregado um papelão crivado de furos que determinam o desenho. Nesses furos são espetados alfinetes que a rendeira vai mudando de lugar à medida que o trabalho se desenvolve. Os fios são manejados por meio de bilros, que são pequenas peças de madeira torneada. Numa das extremidades de cada bilro está enrolado o fio, enquanto que a outra extremidade tem a forma de esfera ou de pêra, conforme o uso na região.
A arte da Renda de Bilros em Raposa
A origem das rendas não é consensual. A teoria mais aceite, formulada por vários estudiosos, é a de que são oriundas do oriente (da China ou da
Índia), tendo chegado a Portugal através da Itália no século XV. A confecção da renda é confeccionada sobre uma almofada (saco de estopa cheio de folhas seca de bananeiras) dura em que é pregado um papelão crivado de furos que determinam o desenho. Nesses furos são espetados alfinetes que a rendeira vai mudando de lugar à medida que o trabalho se desenvolve. Os fios são manejados por meio de bilros, que são pequenas peças de madeira torneada. Numa das extremidades de cada bilro está enrolado o fio, enquanto que a outra extremidade tem a forma de esfera ou de pêra, conforme o uso na região.Em raposa as rendeiras usam esses bilros confeccionados pelos home
ns, são feitos de um fruto conhecidas como tucum (Nome científico: Astrocaryum aculeatum) o seu formato arredondado que comumente são encontradas em matos, providos de espinhos longos, dispostos na metade superior do tronco, além do tucum é utilizado grandes espinhos com pontas bem afiadas que são retiradas do conhecido mandacaru (nome científico: Cereus jamacaru) Essas mulheres artista são dotada de uma habilidade especial com o manejar dessa ferramenta de trabalho que é conhecido com os bilros de ouro.Esta pesquisa consiste em conhecer melhor os trabalhos de mulheres
que na maioria das vezes é a única renda para o sustento de suas famílias. Como no caso de D. Maria que é legista que gentilmente se propôs em falar desta arte nos dando algumas informações, onde foi perguntado se eles recebiam algum incentivo parte da prefeitura, a mesma nos relatou que a prefeitura não dava incentivo para o comercio porem ajudava as rendeiras associadas. Dona Maria exercendo seu trabalho
Conversando também com D. Celeste que começou a arte com su
a mão aos sete anos, e no decorrer deste percurso só vem melhorando as suas habilidades, perguntamos também se havia uma preocupação de ensinar as suas filhas e netas, a mesmo falou que não só as filhas mas, também o próprio esposo e filhos que sempre estavam ajudando.
a mão aos sete anos, e no decorrer deste percurso só vem melhorando as suas habilidades, perguntamos também se havia uma preocupação de ensinar as suas filhas e netas, a mesmo falou que não só as filhas mas, também o próprio esposo e filhos que sempre estavam ajudando. Dona Celeste
O ápice desta pesquisa foi quando encontramos duas senhoras que gentilmente nos concedeu uma maravilhosa entrevista, falou-nos da verdadeira historia, e como a renda chegou até a cidade de Raposa, pois, até então só tínhamos informações soltas, ou seja, nada que nos dessa solidez em nossa pesquisa. Foi aí que a filha por nome Mirian e sua mãe Dalva nos relatou descrevendo toda origem, e como chegou até a cidade.
Uma cearense chegando a são Luis num lugarejo conhecido por raposa em 1957, ajudou construir e formar a sociedade, pois era educadora foi vereadora e muito contribuí para o desenvolvimento sócio-cultural, a sua filha educadora exercendo a profissão nos relatou que, essa arte veio de Portugal e Espalha chegando até o Ceará e conseqüentemente em raposa e que fazia renda por hobbie, ela fazia parte da associação e por muitas vezes viajou para Brasília representando as rendeiras, disse que era a renda de raposa
e da melhor qualidade; porém não era vaporizada.Mas que apesar de toda essas desvalorização sempre procurava incentivar as mulheres rendeira para que essa arte tão bela não morresse.
Mirian e seus bordados.
Dona Dalva umas das fundadoras de Raposa
O ápice desta pesquisa foi quando encontramos duas senhoras que gentilmente nos concedeu uma maravilhosa entrevista, falou-nos da verdadeira historia, e como a renda chegou até a cidade de Raposa, pois, até então só tínhamos informações soltas, ou seja, nada que nos dessa solidez em nossa pesquisa. Foi aí que a filha por nome Mirian e sua mãe Dalva nos relatou descrevendo toda origem, e como chegou até a cidade.
Uma cearense chegando a são Luis num lugarejo conhecido por raposa em 1957, ajudou construir e formar a sociedade, pois era educadora foi vereadora e muito contribuí para o desenvolvimento sócio-cultural, a sua filha educadora exercendo a profissão nos relatou que, essa arte veio de Portugal e Espalha chegando até o Ceará e conseqüentemente em raposa e que fazia renda por hobbie, ela fazia parte da associação e por muitas vezes viajou para Brasília representando as rendeiras, disse que era a renda de raposa
e da melhor qualidade; porém não era vaporizada.Mas que apesar de toda essas desvalorização sempre procurava incentivar as mulheres rendeira para que essa arte tão bela não morresse.Mirian e seus bordados.
Dona Dalva umas das fundadoras de Raposa
Mirian, Danielle e D. Dalva
Referências:
trajesdeportugal.blogspot.com/.../arte-da-renda-de-bilros.html
www.casaecia.arq.br/plantas_nativas1.htm
www.plantamed.com.br/plantaservas/.../Cereus_giganteus.htm -
Entrevista com: D. Maria, D. Celeste, Mirian e D. Dalva,
Referências:
trajesdeportugal.blogspot.com/.../arte-da-renda-de-bilros.html
www.casaecia.arq.br/plantas_nativas1.htm
www.plantamed.com.br/plantaservas/.../Cereus_giganteus.htm -
Entrevista com: D. Maria, D. Celeste, Mirian e D. Dalva,



Olá Danielle!
ResponderExcluirSinceramente acho que essa arte deveria se expandir mais pelo Brasil, são mimos de beleza explêndida, essas rendas enfeitam bastante um vestido ou um enxoval completo de cama,sala, mesa e banho. São peças exclusivas feitas a mão que por mais que as fábricas tentem imitar nunca se comparam a essas peças feitas manualmente.
Essas rendeiras merecem todo a poio aos seus fazeres artísticos, se possível continue com a pesquisa, para ampliar mais seus conhecimentos e o conhecimento dos visitantes do seu blog a respeito dessa arte milenar tão primorosa.
Agora te peço licença para uma crítica construtiva a respeito das postagens do seu blog. Ficaria mais interessante o seu documentário se colocassa na página principal algo relacionado ao tema da sua pesquisa, já que o alvo não é você e sim a RENDA DE BILRO, então ficaria bem melhor que fosse colocado o tema A ARTE DA RENDA DE BILROS EM RAPOSA em letras grandes logo acima na primeira vista.
Parabéns pela escolha do tema!
Abraço
Dalva
Eu já tive o privilégio de ter ido à Raposa e ver essas rendas de perto, são realmente lindas, de um trabalho fora de série! Está de parabéns você e Mara, por ter escolhido um assunto que é tão rico e lindo, que passa de mãe para filha, mas que infelizmente não tem a divulgação necessário, Parabéns amiga!!
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